O crescimento das ferramentas de IA tem transformado a rotina de quem escreve ou programa. No texto publicado em 14 de maio de 2026, o autor relata como a facilidade de usar IA para redigir artigos ou gerar código está afetando sua confiança e percepção das próprias habilidades.

O relato não é isolado. A tentação de terceirizar tarefas à IA é grande, especialmente para quem já sente insegurança ou síndrome do impostor. O autor, que se considerava um desenvolvedor razoável, percebe que, quanto mais utiliza IA para programar, mais sente suas próprias capacidades diminuírem. Após anos delegando o trabalho a modelos como Claude, admite ter esquecido como codificar manualmente — e vê isso com tristeza.

No entanto, há uma tentativa de reverter o quadro: o autor decidiu reaprender a programar “na mão” e acredita que a habilidade de escrever e ler código continuará relevante, mesmo em um cenário de automação ampliada. A reflexão também toca em mudanças históricas: décadas atrás, programar era tarefa de matemáticos e físicos, e o crescimento da demanda por software fez a profissão perder parte desse rigor técnico.

O texto termina com uma confissão: mesmo ao escrever um artigo crítico sobre dependência de IA, o impulso de buscar validação da própria IA persiste. Esse ciclo de dúvida e dependência é visto como algo a ser combatido.

A discussão levanta pontos relevantes sobre o impacto da automação em habilidades humanas, especialmente em áreas criativas e técnicas. O uso recorrente de IA pode economizar tempo, mas também reforça a insegurança de quem teme perder protagonismo ou autenticidade.

O artigo original pode ser lido aqui.

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